O vinho dos deuses

 

Manoel Beato tem formação em barman e sommelier, com especialização pelo Bureau Interprofessional du Vin, de Borgogne (França). Desde o começo da década de 1990 é chef-sommelier do grupo Fasano, além de ser autor do “Guia de Vinhos Larousse”. Nesta entrevista, ele fala de vinhos nacionais, de alguns dos seus pratos preferidos e de suas preferências, de forma geral.

Qual espumante nacional sugeriria para um jantar?
Eu indico Cave Geisse, Chandon Excelence ou o Casa Valduga Brut 130. São espumantes consistentes, de bom corpo e intensamente aromáticos.

Poderia compor um menu que te atraia?
Como entrada, sugiro: tempurá de camarão. Principal: massa longa com molho de tomate e manjericão. Ao invés de sobremesa, recomendo finalizar o jantar com queijos curados, como o Serra da Canastra, por exemplo.

Na sua opinião, qual o melhor vinho nacional hoje em dia?
Em vez de escolher o melhor vinho nacional, prefiro eleger as melhores vinícolas nacionais, que fazem um bom trabalho. São elas: Valduga, Salton, Miolo, Villa Francioni e Cave Geisse.

Qual o vinho dos deuses?
Como exemplo, vou citar um dos vinhos, que é o La Mission Haut Brion 1961. É um vinho perfeito e no ponto.

Qual o povo que mais sabe fazer vinhos?
São os franceses. Eles têm privilégios do terroir somados a um gosto extremamente sofisticado.

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