Acarajé do bom

Finalmente encontrei acarajés crocantes em São Paulo, como aqueles vendidos na Bahia, principalmente no Largo da Mariquita, no Rio Vermelho. É a primeira vez que os como por aqui. Não que não goste dos do bolinho de feijão fradinho fofo, mas, para mim, o crocante é imbatível.
Comi o quitute, dias atrás, no Tabuleiro do Acarajé, na rua Doutor Cesário Mota Junior, 611, perto do Mackenzie. Estava com o Marcelo Katsuki, do blog Comes e Bebes, e Jr. Ferraro, Que Delícia, ambos clientes da casa.
A banca – um comodozinho bem arrumado – foi aberta pelas irmãs baianas Miri e Fátima (na foto com a matriarca da casa). Provei um tradicional (R$ 10 ou R$ 12, no prato), com todos os ingredientes a que tinha direito. Tudo fresquinho. Pude sentir o gosto de cada ingrediente. Pelo tamanho dos cubinhos de tomate percebi, na largada, que o acarajé era bem feito. Depois, pedi um recheado de carne seca desfiada e purê de mandioquinha. Custa o mesmo valor e o sabor é uma surpresa boa. Ainda provei arroz mexido com caruru e vatapá, com camarões secos.
De sobremesa, torta de tapioca com leite condensado e raspadura ralada, também por R$ 10. Além de comida boa e ótimos preços, gostei do clima aconchegante, da simpatia das donas, que se aproximam das mesas para um dedo de prosa. É um lugar bom para fazer amigos, para passar tardes demoradas, ouvindo samba, ou então para sentir um gostinho da Bahia bem no centro da cidade.
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