Rio de Janeiro português

Rancho Português_arroz de pato2_crédito Marcelo Cabral.jpg

Na minha viagem ao Rio, no fim de ano, aproveitei para conhecer mesas do Rio de Janeiro português. Elas são muitas, e todas caprichadas. Bem em frente à Lagoa Rodrigo de Freitas, ao entrar no Rancho Português, a sensação é de ter cruzado fronteiras e desembarcado em Portugal. Inaugurado em 2014, o Rancho é um legítimo reduto lusitano na Zona Sul.

Na seleção de entradas, destacam-se o polvo à provençal (R$ 69) e a porção de leves e sequinhos bolinhos de bacalhau (R$ 26,90). Pedi os dois. Nos pratos principais, há um capítulo inteiro dedicado ao bacalhau, em porção para duas pessoas. São 15 opções. Pedi o carros-chefe, Bacalhau a Lagareiro (posta de bacalhau assada com cebola, batatas assadas, brócolis, pimentão, alho, salsinha e azeitonas com caroço; R$ 205). Há ainda o Narciso (em postas, assado na brasa, puxado no azeite, alho, cebola, salsinha e pimentão, acompanhado de batatas ao murro; R$ 205).

Rancho Português_Sobremesas Tradicionais Portugueses_crédito Marcelo Cabral.jpg

No capítulo de sobremesas, além dos doces conventuais (R$ 18,90), incluindo o exótico Pudim do Abade de Priscos (que leva com toucinho e vinho do Porto), há rabanadas ao vinho do Porto (R$ R$ 16,80), arroz doce (R$ 16,80) e outros. O destaque fica para o doce Natas do Céu (R$ 18,90), composto por camadas de ovos moles, creme de claras e farofinha de biscoito. De segunda a sexta, no almoço, é servido menu executivo com entrada e prato principal (R$ 52).

A adega é 100% portuguesa, com 210 rótulos das mais famosas regiões do país, indo dos Vinhos Verdes aos encorpados do Douro e do Alentejo, passando pelos fortificados Madeira e Porto. E, como não poderia deixar de ser, a carta de bebidas inclui as típicas Ginginha, Macieira e Bagaceira Neto Costa. Rancho Português – Rua Maria Quitéria 136, Ipanema, tel.: (21) 2287-0335

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O Garden [foto acima] é um dos mais tradicionais restaurantes da cidade. Funciona em Ipanema desde 1955. Típico restaurante de bairro, oferece ambiente acolhedor e serviço atencioso, com garçons que conhecem os clientes pelos nomes e sabem suas preferências, além de ser uma das poucas casas da cidade que ainda tem maître para receber as pessoas na porta e acomodá-las no amplo salão.

Com cardápio de comida variada, serve receitas clássicas com toques contemporâneos, com sugestões de entradas, saladas, frutos do mar, massas e carnes.

Garden_medalhao de mignon ao camembert com maça caramelada e batata frita_credito rodrigo azevedo02.jpg

Outra característica marcante do Garden é ser um restaurante que oferece festivais temáticos ao longo do ano, com pratos especiais a preços promocionais. Fui à casa para provar pratos do Festival de Bacalhau, que aconteceu no fim do ano, com uma dezena de bacalhau. Provei a moqueca com o peixe, que estava deliciosa. Minhas fotos ficaram meio ruins, então posto aqui uma do salão e outra do medalhão grelhado com maçãs [acima]. Anote este restaurante na sua agenda, certo? Garden – Rua Visconde de Pirajá, 631, loja B, Ipanema, tel.: (21) 2259-3455.

Assemblage- Souflê de Bacalhau 2- Foto Bruno de Lima .jpg

Uma mescla de carros-chefes das gastronomias brasileira, italiana, francesa portuguesa e espanhola é o ponto alto do Assemblage, casa recém inaugurada na avenida Ministro Ivan Lins, na Barra da Tijuca.

Entre as entradas, pedi o souflé de bacalhau [foto acima]. Nos pratos principais, vá no bacalhau assemblage, servido desfiado, com batata palha, ovos, azeitona e alho poró ou no arroz de pato, um belo exemplar da gastronomia portuguesa. nas sobremesas, vá de mil folhas com frutas vermelhas.

Assemblage_Mil Folhas _Foto Bruno de Lima 2

 

Neta de portugueses, a proprietária da casa, Patricia Azevedo, sempre teve na cozinha o seu ponto de referência em casa. Cresceu vendo a avó cozinhar, sentindo o cheiro e aromas dos refogados que sempre se tornavam deliciosas receitas. Assim, a casa traz receitas lusitanas originais e muito boas, criadas por ela, e por André Vasconcelos, restaurateur ao lado de Patrícia. Assemblage – Avenida Ministro Ivan Lins, 270 – Barra da Tijuca, tel.: (21) 3624-5014.

Fotos: divulgação

 

 

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Dois doces da Amazônia

Polpas , Combu, foto Welligton Nemeth (2).JPG

Creme de Taperebá com doce de Banana

10 porções

Ingredientes

1kg de polpa de taperebá

1 lata de leite condensado

1 lata de creme de leite

10 bananas

2 1/4 xícaras (chá) de açúcar

1/3 xícara (chá) de água fervente

Modo de preparo

No liquidificador, bata a polpa de taperebá, o leite condensado e o creme de leite.

Leve ao congelador por 4 horas.

Corte as bananas em rodelas e reserve.

Em uma panela, derreta o açúcar em fogo médio.

Mexa de vez em quando até o açúcar dissolver.

Baixe o fogo e deixe ferver até obter um caramelo.

Acrescente a água fervente e ferva até desfazer os cristais de açúcar.

Junte as bananas e cozinhe por 5 minutos, até que doure.

Deixe esfriar e leve à geladeira.

Sirva em taças, alternando camadas de banana e creme

Wellington Nemeth - Fotografo

Compota de Bacuri

6 a 8 porções

Ingredientes

600 g de polpa de bacuri.

3 xícaras de chá de açúcar

400 ml de água

Raspa de casca de um limão.

Modo de preparo

Despeje a polpa de bacuri em uma panela e cubra com água.

Cozinhe o bacuri até que ele fique macio.

Despreze toda a água.

Cubra a polpa e bacuri com as 03 xícaras de açúcar, mais os 400 ml de água e a casca de limão.

Ferva até obter uma calda densa.

Deixe esfriar, coloque em um pote e mantenha na geladeira.

Serviço: produtos típicos do Norte podem ser encontrados na Combu Produtos da Amazônia, Rua Gama Lobo, 2319, Alto do Ipiranga, SP, tel.: (11) 2307 6100

Fotos: divulgação

Creme brulèe de banana para começar bem a semana

Receita do Creme Brulèe de banana, da chef Renata Braune

Ingredientes:

500 ml de creme de leite

5 gemas

150 gr de açúcar

5 bananas da terra

100grs de acucar

50 ml de agua

30 grs de manteiga


Modo de Preparo:

Bata no liquidificador o creme de leite, as gemas e as 15gr de açúcar. Reserve.

Corte as bananas em rodelas e cozinhe até ficarem carameladas (com cor dourada). Deixe esfriar e coloque em um pote refratário.
Cubra com o creme e asse por 15 minutos, em banho maria no forno a 160 graus (preaquecido )

 Serviço: La Reina Deli Bar, Rua Joaquim Antunes, 621, Pinheiros, SP

Foto: Divulgação

Aprenda a fazer ravióli de siri com molho de limão

ravioli de siri

A receita de ravióli de Siri é de autoria da chef Vania Krekniski (do restaurante Limoeiro)

Ingredientes massa:

500 g de farinha de trigo

250 g de semolina

5 ovos, 3 gemas

1 colher de óleo de urucum

Sal

Ingredientes recheio:

500 g de siri

100 ml de suco de limão

2 colheres de sopa de manteiga

Azeite de oliva

3 dentes de alho picado

Tomilho, salsinha, cebolinha, sal e pimenta

Ingredientes molho cremoso de limão siciliano:

250 g de creme de leite

Casca e o suco de 3 limões

10 gr de coentro em grão

10 gr de erva doce em grão

100 gr de açúcar

1 copo de água

Legumes:

1 abobrinha

1 cenoura 

1 palmito pupunha

1 colher de manteiga

Sal e pimenta do reino

Preparo da massa: em uma bancada, colocar a farinha e a semolina. Fazer um buraco e acrescentar os ovos, o sal e o óleo de urucum. Misturar tudo do centro para as laterais até ficar uma massa homogênea. Deixar descansar por 20 minutos enrolada em um plástico. Abrir a massa em um cilindro manual ou com ajuda de um rolo. Deixar com uma espessura de 2 milímetros. Recortar com um cortador em forma de cilindro pequeno e rechear a massa com ajuda de uma colher pequena. Para o fechamento, colocar outra massa e com ajuda de um garfo fazer marcas para que não se abra no cozimento. Para o cozimento, adicione somente água e sal. Deixe a água ferver e coloque os raviólis. Quando subirem, retirar com ajuda de uma escumadeira e mergulhar em água fria para parar o cozimento da massa. Retirar a água e colocar os raviólis em uma bacia e regar um pouco de óleo para não grudar.

Para o recheio: em uma frigideira, colocar azeite de oliva. Deixe aquecer e em seguida acrescente o siri e o alho. Refogar por alguns minutos com sal, tomilho, pimenta, salsinha e cebolinha. No final, agregar o suco de limão e a manteiga.

Para o molho: retire a poupa dos limões sicilianos e coloque para ferver trocando a água quatro vezes para retirar o amargor. Faça uma calda com água e açúcar. Quando estiver no ponto de calda, acrescente as cascas, sementes de coentro, erva doce e creme de leite. Deixe ferver um pouco e finalize com o suco de limão. Bata tudo no liquidificador e coe. Na hora de servir, bata em um mixer para dar textura de espuma.

Para os legumes: lavar e retirar a casca da cenoura. Comprar o palmito fresco já pronto para uso. Utilize um cortador para legumes que faça cortes muito finos. Escalde os legumes em água fervendo e, na sequência, passe em água gelada para o choque térmico. Em uma frigideira, coloque a manteiga e salteie os legumes com sal e pimenta.

Para a finalizar: colocar o molho no prato, o ravióli nas laterais e os legumes no centro. Decore com mini brotos e acrescente molho sobre os legumes.

Dez dicas para o brigadeiro ideal

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Brigadeiro todo mundo sabe fazer, né? Mas nunca é demais acrescentar dicas para o doce ficar mais gostoso. Seguem algumas delas, dadas por Adriana Santos, da Brigadeiro da Villa, loja instalada na Vila Madalena, em São Paulo.

 

– Utilize bons ingredientes;

 

– Leite condensado é suficientemente doce, não é necessário adicionar qualquer tipo de açúcar, por isso, evite adicionar ingredientes que vão colocar mais açúcar no brigadeiro;

 

– Tenha paciência, um doce gostoso precisa de tempo e cuidado; fogo alto e brigadeiro não combinam;

 

– A base de todo brigadeiro é a mesma: uma lata de leite condensado, duas a três colheres de cacau, uma colher de sopa de manteiga, 50 ml de creme de leite – se quiser variar o sabor, é só retirar o cacau e incluir outro ingrediente;

 

– Evite usar granulado daqueles prontos, compre uma barra de chocolate de boa qualidade e rale para usar no lugar (fica mais fácil se ralar com o descascador de batata);

 

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– Brigadeiro feito em panela de alumínio fica melhor, não gruda e fica mais fácil de detectar o ponto correto;

 

– Quando começar a ver o fundo da panela, quer dizer que está no ponto para comer o doce com colher. Para enrolar, precisa ficar alguns minutos a mais;

 

– Fazer infusões no creme de leite é uma boa saída para dar novos sabores ao brigadeiro;

 

– Cuidado com brigadeiros feitos com frutas, o consumo deles deve ser imediato, pois a fruta começa a soltar água e faz com que o produto perca na qualidade e no sabor;

 

– Brigadeiros recheados são boas opções. Você pode fazer um brigadeiro de coco e colocar como recheio de um brigadeiro de chocolate, por exemplo;

 

Serviço: Brigadeiro da Villa,  Rua Cristovão de Burgos, 74 – loja 6 – Vl. Madalena

Fotos: Divulgação

 

Receita: Trofie de frutos do mar

Trofie ao Frutos do Mar 2_ Crédito Ricardo D´Angelo

A receita é do chef Pier Paolo Picchi, do restaurante Picchi, de São Paulo

Ingredientes:

4 tentáculos de polvo

100 g de lula

100 g de marisco fresco

100 g de vôngole fresco

100 g de lagostin fresco

4 unidades de camarão pistola fresco

80 ml de azeite de oliva extra

Para a massa (trofie)

100 ml de vinho branco seco

100 ml de água

500 g de farinha de trigo 00

10 g de sal refinado

200 g de molho de tomate fresco

Alho à Gosto

Pimenta do Reino à Gosto

Preparo

Massa (trofie) – misturar a farinha 00 com sal, adicionar a água e o vinho branco, misturar bem e sovar até que a massa tenha textura lisa. Cortar em pequenos pedaços e “esfregar” nas mãos até que obtenha formato de “minhocas” curtas.

Lave bem o polvo e reserve.  Numa panela grande, caramelizar a cebola e o alho em azeite de oliva.  Juntar os mariscos, o vôngole e a lula, mexer bem e adicionar um pouco de vinho branco. Deixar evaporar o álcool, adicionar o molho de tomate fresco e cozinhar por aprox. 1 min. Adicionar o trofie cozido em água com sal “al dente”, corrigir sal e pimenta, saltear bem e reservar. Grelhar o camarão, o polvo e o lagostin temperados com sal e pimenta do reino por aprox. 2 minutos.

Montagem Num prato fundo, montar o trofie com frutos do mar e decorar com o tentáculo do polvo, o camarão pistola e lagostin.

Serviço: www.picchirestaurante.com.br

Foto: divulgação

Dez dicas para fazer culinária brasileira em casa

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As dicas a seguir são da chef de cozinha do Mato Grosso Edir Nascimento.

Compre peixes frescos, o litoral brasileiro é grande o suficiente para encontrar peixes frescos e deliciosos. Caso esteja no interior, os nossos peixes de rio são também muito saborosos;

No litoral, faça camarão, lulas, vôngoles, enfim, faça mariscos em geral. Uma boa lagosta, na costa brasileira não custa tão caro assim. Procure conversar com pescadores. Nas épocas em que eu trabalho em Paraty, sempre converso com eles em busca dos melhores produtos do mar;

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Use raízes variadas para acompanhar seus peixes… mandioca, batata doce, inhame. Viva a terra das raízes. Elas vão bem não só com pescados, mas com tudo. Ficam saborosas em purês, fritas, assadas;

Use muitas pimentas de cheiro. Temos uma infinidade delas aqui na nossa terra;

Use um azeite bom, não só para fazer pratos brasileiros, mas sempre;

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Use leite de coco, se possível fresco;

Banana da terra também é cara da nossa deliciosa culinária. Use e abuse. Faça purê e sirva com peixes e carnes;

Moranga não pode faltar na nossa culinária tradicional. Adoro camarão na moranga, um prato ótimo para servir em festas, em casa;

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Decore pratos e mesas com folha de bananeira. Aliás, asse peixes cobertos na folha de bananeira;

Use farinha de mandioca para fazer uma bela farofa. Sirva esta farofa com  carne seca bem temperadinha. Aproveite a carne seca refogada e faça torta de carne seca. É sucesso garantido.

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Serviço: http://www.edirnascimento.com.br

Faça em casa ambrosia zero açúcar

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A receita é simples e foi passada pela Lowçucar. Veja abaixo.

Ingredientes:

1 embalagem de pó para preparar leite condensado zero açúcar (220g)

4 colheres (sopa) de adoçante culinário (32g)

2 xícaras (chá) de leite desnatado (400 ml)

4 ovos (200g)

3 a 5 cravos-da-índia

Modo de preparo:

Prepare o leite condensado conforme as instruções da embalagem. Coloque em uma panela com o leite, o adoçante, os cravos e deixe ferver. Na batedeira bata as claras em ponto de neve, adicione as gemas aos poucos e bata por mais 2 minutos aproximadamente. Acrescente a preparação da panela com o restante dos ingredientes e deixe cozinhar. Quando a parte de baixo estiver consistente, corte e vire na própria panela para que a outra parte cozinhe. Retire do fogo e coloque em um refratário. Se preferir decore com cravos.

Rendimento: 18 porções de 55g com 74 Kcal cada

Dez dicas para fazer comida alemã em casa

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Olá, amigos, as dicas de hoje são para se fazer culinária alemã em casa e vêm do chef Heiko Grabole, alemão que mora em Santa Catarina, um dos caras mais simpáticos e humorados do meio da gastronomia no País. Abaixo, produtos e pratos que não podem faltar para se fazer receitas alemãs clássicas na sua casa.

1. Compre um dicionário alemão ou tenha acesso a internet.  A língua alemã às vezes é um pouco difícil de entender e aí fica mais complicado ainda a ida ao supermercado para comprar produtos com nomes de difícil pronuncia, tais como “Kochkäse” ou “Pumpernickel“! Os nomes das receitas também podem ser um pouco mais complicado como no caso da “Schwarzwälder Kirschtorte” (torta floresta negra)! Ter acesso ao Google ou um dicionário na mão na hora da execução da receita pode ajudar muito.

Heiko Grabole

2. Use batata! Batata faz parte do dia a dia dos alemães… como arroz e feijão aqui no Brasil! Preparar um cardápio sem batata é quase inaceitável!

3. Trabalhe com temperos como mostarda e raiz forte! Os condimentos básicos praticamente se resumem em sal, pimenta do reino e páprica doce. As vezes também são temperos como Kümmel (cominho) e semente de mostardas. Porém todos durante a cocção. É bem típico completar o sabor com os temperos como mostarda (pode ser amarela ou escura) ou pasta de raiz forte branco para aperfeiçoar o sabor de uma salsicha ou de uma carne cozida.

4. Combine salgado com doce! É uma característica típica na culinária alemã que vem do passado. Nos invernos, as carnes muitas vezes foram servidos com geleias como forma de complementar o prato principal com vitaminas e sais minerais, uma vez que frutas eram mais raros devido ao clima.

5. Capriche nos molhos! Carne sempre era mais caro na Alemanha, para então aproveita-la ao máximo, todas as aparas, ossos e cartilagem viram molho. Até hoje a cozinha alemã é famoso pelos molhos dos seus pratos principais. Em geral, todo alimento pode ser aproveitado!

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6. Valorize carne de porco! Brasil tem churrasco de carne bovina, os alemães tem o Grillfest (um tipo de churrasco alemão) de carne de porco. Muitas pessoas não sabem, mas Brasil é um dos maiores produtores de carne de porco mundial, mas ainda a carne está muito desvaloriza no pais.

7. Aproveite cerveja em casa! Comida alemã combina com cerveja, sempre!

8. Aprende a fazer cuca e Apfelstrudel. São doces mais clássicos e sempre bem vindos. Podem ser combinados de varias maneiras e completados com inúmeros ingredientes.

9. Complemente com produtos conservados. O clima na Alemanha é bem diferente do Brasil, especialmente o inverno. Por isto os produtos conservados como Wurst (salsichas e linguiças defumadas em alemão), truta defumada, picles em conserva (pepino, cenoura, cebolas, beterraba, …), Kochkäse (quejo fundido), ovo de codorna, aspargo branco em conserva, etc… tem um lugar fixo e fazem parte do dia-dia dos alemães.

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10. Termine a refeição com um destilado, como por exemplo Steinhäger, Underberg, Asbach Uralt ou Jägermeister. Para quem quiser também, pode tomar antes da refeição.

Serviço: https://heikograbolle.wordpress.com/

Fotos: divulgação

Receita: cheesecake com calda de physalis zero açúcar

Cheesecake de Physalis - alta

Empolguei nas sobremesas light. Margareth, que me passou a receita do churros zero açúcar mandou outras opções de doces light. Vou dar todas aqui. Hoje é a vez do cheesecake com calda de physalis zero açúcar. Divirtam-se.

Ingredientes:

Massa:

1 embalagem de wafer zero açúcar sabor chocolate

2 colheres (sopa) de margarina culinária (40 g)

Recheio:

1 embalagem de pó para preparo de sobremesa sabor leite condensado zero adição de açúcares (220g)

1 embalagem de creme de leite fresco light (300g)

1 embalagem de cream cheese light (150g)

1 embalagem de gelatina em pó incolor e sem sabor (12g)

Geleia:

1 xícara (chá) de frutose Lowçucar (140g)

75g de physalis sem pele picado

¾ xícara (chá) de água (150 ml)

Modo de preparo:

Massa: Em um recipiente triture com as mãos o wafer e amasse até ficar esfarelado. Adicione a margarina e misture. Recheio: Prepare o leite condensado conforme as instruções da embalagem. Reserve. Hidrate a gelatina conforme as instruções da embalagem e reserve. Na batedeira, bata o creme de leite até dar ponto de chantilly. Em seguida acrescente o cream cheese, o leite condensado e bata até homogeneizar. Adicione a gelatina hidratada e bata novamente. Reserve. Geleia: Em uma panela, coloque a frutose, a physalis, a água e leve ao fogo até dar ponto de geleia. Montagem: Forre com a massa uma forma de aro removível de 23 cm de diâmetro por 6 cm de altura. Acrescente o recheio e leve para gelar por 3 horas. Solte as laterais da forma e com auxílio de uma espátula, transfira a torta para um prato e cubra com a calda já fria.

Rendimento: 28 porções de 50g com 119 Kcal cada