Dicas para montar uma mesa de queijos e vinhos

 cami3 (1)

Tanto o queijo como o vinho são produtos com mais de quatro mil anos de história, com processo de elaboração muito similar, os dois dependem do terroir em que são produzidos, e da qualidade da matéria-prima que influenciam profundamente sabor, acidez, odor e até textura do produto final.

Esta harmonização é uma das mas clássicas, mas não é tão fácil quanto parece. A extraordinária diversidade de queijos e vinhos pode tornar esta tarefa um pouco mais complexa do que se imagina.

Abaixo, cito algumas sugestões de queijos e vinhos na hora de compor uma boa tábua. A proposta aqui é sugerir uma harmonização mais geral, e a partir dai, brincar escolhendo diferentes rótulos vinhos e variantes destes queijos.

Queijos frescos: como por exemplo a muzarela de búfala ou a ricota são queijos com alto teor de umidade, com sabor suave, notas lácticas frescas e boa acidez. Pedem um vinho leve, fresco, frutado e com boa acidez para equilibrar a acidez do queijo. A sugestão mais segura aqui é escolher um espumante nacional ou um Sauvignon Blanc.

cami2

Brie e Camembert: são itens clássicos em tábuas de queijo. Macios, envoltos por uma capa aveludada branca que se dá através de um bolor chamado “penicillium candidum”, são queijos cremoso com sabor amanteigado que, a medida que vão maturando, tornam-se mais forte, acentuando a acidez. O bolor o torna ainda mais propício para uma harmonização perfeita com um Pinot Noir frutado de taninos macios.

Gouda, Emmental, Gruyére: entre outros da família de queijos com buracos. Passam por uma fermentação propiônica e ganham acidez, uma doçura discreta  e sabores que lembram a frutos secos como nozes e avelã. Brancos aromáticos, principalmente os Gewürztraminer e os Riesling serão uma ótima companhia para estes produtos,mas se você prefere este tipo de queijo mais maturado, a harmonização será bem sucedida ao lado de tintos de corpo leve e frutados, como Dolcetto, Pinot Noir e até mesmo um Merlot.

Outro integrante desta grande família são os queijos duros. Entre os mais tradicionais estão o Parmesão, o Parmigiano Reggiano, o Grana Padano, o Pecorino e o Cheddar maturado. São aqueles que passam por um largo período de maturação, de massa dura e granulada, com sabores fortes e complexos, por isso é preciso corpo para acompanhar a complexidade destes grandes queijos. Os vinhos tintos que melhor amonizam são os vinhos mais encorpados, que passaram um tempo por carvalho, como um Barolo, Brunello, Barbaresco, ou mesmo um bom Malbec ou Cabernet Sauvignon.

queijo

Queijos azuis: Nos queijos azuis, ao contrário de um Brie, por exemplo, o fungo é colocado na massa e não por fora dela. Uma das harmonizações mais famosas que existe no mundo dos queijos e vinhos são estes queijos com vinhos de sobremesa, uma deliciosa combinação da doçura do vinho com o sabor picante e salgado do queijo, dando um final inesquecível. As harmonização imbatível são  Stilton, com um Porto Vintage, o Roquefort com um Sauternes e o Gorgonzola com um Porto Tawny.

Lembre-se:
Cada queijo, assim como cada vinho, possui características particulares que podem variar dentro dos grupos. E não se esqueça que a melhor harmonização é aquela que mais nos agrada!

Texto: Camila Ciganda [sommelière do restaurante Jacarandá, em SP]
Fotos: Giuliana Nogueira
Anúncios

Borbulhas para o fim do ano, sugestões

130124-13-TAITTINGER-Catalogue2013-2014 Coffret BR flutes

O Cattier Brut Antique Rosé Premier Cru é produzido numa propriedade familiar em Chigny Les Roses, uma vila charmosa no coração do terroir de Montagne de Reims, na França. De aroma de frutas vermelhas, seguido por toques tostados, a bebida tem paladar encorpado, textura cremosa e macia e final longo e persistente (R$ 320,90).

O Taittinger Comtes, de Champagne Rosé 2005, é influenciado pela uva Chardonnay; hoje sediada na Abadia de Saint Nicaise (Reims), local onde monges trabalharam desde o século 13. O paladar é rico e encorpado, com ótima quantidade de fruta. Percebe-se notas minerais e potencial de envelhecimento e seu final é bastante persistente e refrescante (R$ 1.418,90).

A Taittinger Comtes de Champagne Blanc de Blancs é outra sugestão da maison. (R$ 919,90). O pack Taittinger Brut Reserve 750ml tem 1 garrafa de Champagne com 2 taças de cristal personalizadas da marca (R$ 358,90) – veja foto acima. O pack Codorníu vem com 1 garrafa de Clássico Brut e 2 taças personalizadas. (R$ 69,90).

O Armand De Brignac Brut Rosé foi eleito o melhor champagne do mundo em 2010. Também produzido pela Cattier, é uma bebida complexa e elegante, com aromas de frutas como morango e framboesa, groselha e de leves toques florais e tostados. De paladar rico e encorpado, textura cremosa e final fresco e persistente, é aclamado pela crítica especializada como o “top” dos champagnes (R$ 3.496,90).

Serviço: www.interfood.com.br

Para entrar no clima da Itália

vin_italia

Para entrar no clima da Itália, minha próxima viagem, em meados de outubro (vou para Roma e Nápoles), vou falar de alguns vinhos de qualidade que a La Pastina está importando: Terre Barolo DOCG, Terre Langhe DOC Nebbiolo, Terre Dolcetto D´Alba e Terre Barbera D´Alba, disponíveis no Brasil desde agosto.

iii

Produzidos na vinícola Terre, propriedade familiar de mais de 120 hectares, os vinhos estão entre os mais emblemáticos de Piemonte, ao norte do país. São frutos de mais de 25 anos de tradição da vinícola, elaborados com as mais famosas castas da região de Langhe (“língua” em italiano), uma das mais importantes regiões vitivinícolas italianas.

xxxx

Langhe, uma cidade medieval fundada nos tempos da Roma Antiga, é uma área montanhosa espalhada pela Província de Cuneo, cercada por cidades como Barbaresco e Barolo, que inspiram os nomes de seus vinhos. É nos vinhedos com cerca de 300 metros de altura, esparsos entre montanhas de 400 a 500 metros, que nascem uvas como Barbera, Nebbiolo e Dolcetto, matérias-primas dos mais refinados tintos da região.

vin2_italie

Algumas características das bebidas:

Terre Barolo DOCG, safra: 2006, uva: Nebbiolo, tinto, 24 meses em tonéis de carvalho de Eslavônia, 14,5%, serviço: 16ºC – 18ºC, preço para o consumidor: R$ 168,00.

Terre Langhe DOC Nebbiolo, safra: 2010, Nebbiolo, tinto, seis meses em barricas de carvalho francês, 12,5%, serviço: 16ºC – 18ºC, preço para o consumidor: R$ 94,00.

Terre Dolcetto D´Alba, 2012, Alba, Piemonte, Dolcetto, tinto, sem estágio em carvalho,

12,5%, serviço: 16ºC – 18ºC, preço para o consumidor: R$ 75,00.

Terre Barbera D´Alba, 2011, Alba, Piemonte, Barbera, tinto, 12 meses em barricas de carvalho de Eslavônia, 13%, 16ºC – 18ºC, preço para o consumidor: R$ 94,00.

DOLCETTO D'ALBA DOC TERRE copy BAROLO TERRELANGHE DOC NEBBIOLO TERRE copy022748 - BARBERA D'ALBA TERRE

Serviço:

www.lapastina.com

www.emporioeat.com.br

 

Domingo em Buenos Aires

Vou fazer um post com bastante foto, certo? Um post de fotolegendas. É que estive brincado de ser fotógrafo nestes dias, na capital argentina.

P1010567

Bem, no domingo, acordei com duas ideias fixas. Uma delas era comer meia luna com doce de leite. Para quem não sabe, meia lunas são pequenos croissants que os argentinos comem no café da manhã. Para meu deleite, encontrei as ditas cujas no breakfast do hotel Vista Sol. Elas estavam fresquinhas e deliciosas, assim como o doce de leite (amo o doce argentino!).

P1010555

O outro desejo era me perder pelas ruas do bairro La Boca, entre a Calle El Caminito e adjacências. Sei que é um programa para lá de batido, mas sempre é bom andar na feirinha livre; ver a ‘galera’ chegando ao estádio de futebol La Boca, para dia de jogo; entrar nas pequenas galerias, com suas lojinhas de arte e artesanato.

P1010568

Programei o almoço para o Il Matterello, que fica a uns dez minutos do point mais movimentado do La Boca. A indicação foi feita pela Ana Maria Massochi, dos restaurantes Jacarandá, La Frontera e Martin Fierro, e pelo escritor Humberto Werneck. Ambos estiveram lá semanas antes e foram categóricos quando pedi sugestão de restaurantes.

P1010571

A casa existe no mesmo endereço há mais de 20 anos e quem cuida é uma família italiana. O clã fala em italiano entre si e os fregueses de domingo pareciam ser seus amigos. Ambiente simples e aconchegante. Na carta, massas caseiras recheadas eram o destaque. Pedi o ravióli verde recheado de verduras da época e frango desfiado. Coberto com um fio de azeite e uma camada farta de queijo pecorino, estava uma delícia. A sobremesa foi uma tortinha de pera, no estilo tartelette. Conta: 150 pesos.

P1010578

Continuei caminho pelas ruas da cidade, até a feira de San Telmo, passagem obrigatória para o turista de fim de semana em Buenos Aires. Indicação do Humberto: sorvete de doce de leite da Persico, marca que conta com unidades espalhadas por toda a cidade. Pedi de doce de leite caseiro com cobertura de doce de leite (foto), por 40 pesos a bola. Não resisti e pedi outros dois. Um de doce de leite com cookies e o terceiro de doce de leite com chocolate.

P1010585

Na rua La Defensa, que liga a praça principal em que acontece a feira e a mítica Plaza de Mayo, onde fica o palácio do governo, dezenas de lojinhas de moveis antigos, boutiques de doces e vendedores ambulantes, com suas cestas de doce, churrasco na rua, como na foto abaixo, comida de rua popular que os vizinhos chamam de choripan, ou seja, sanduíche de linguiça assada. Não resisti e pedi um sanduichinho, naturalmente.

P1010590

No caminho, vi até carrinho para venda de café, como nas cidades brasileiras (foto abaixo).

P1010646

Fechei o dia em grande estilo, com jantar no Gran Café Tortoni, casa que funciona desde o século XIX, mais precisamente desde 1858. Comi a melhor carne malpassada da minha vida. Um ojo de bife imenso, acompanhado de salada de batata. Estava delicioso. Para terminar o meu dia de clichês porteños, desci no porão do lugar para o show de tango que acontece todas as noites.

foto 1

O show é bem dirigido, bonito, tem até tango com sapateado. Não me pareceu ser caça-níquel de turista, sabe? O jantar, com coca-cola, ficou em 190 peses e o show em 200 pesos. Como o lugar aceitava reais, paguei R$ 44,00.

foto 2

Serviço:

Il Matterello: https://plus.google.com/103316934716794292114/about?gl=br&hl=pt-

http://www.persicco.com

http://www.cafetortoni.com.ar/br/

http://www.vistasolhotels.com/pt/

http://www.adventureclub.com.br/

Fotos: Antônio Carrion

Rota do Vinho e o enoturismo no Vale do São Francisco

colheita5

O sertão produz vinho, sim senhor. O Polo Vitivinícola do Vale do São Francisco, que reúne sete vinícolas entre o Sertão de Pernambuco e o Norte da Bahia, tornou essa área – em plena Caatinga – a segunda maior produtora de vinhos, espumantes e sucos naturais de uva no Brasil. O polo ocupa uma área de mais de 10 mil hectares entre os municípios pernambucanos de Lagoa Grande (a capital da uva e do vinho do Nordeste) e Santa Maria da Boa Vista (que sedia a vinícola pioneira no negócio), além de Casa Nova (cidade baiana que incrementou o enoturismo na região).

colheita1

Responsável por 99% da uva de mesa exportada pelo Brasil e pela produção de 7 milhões de litros de vinho por ano, o vale vem se destacando como modelo de desenvolvimento para o Nordeste. A vinicultura pernambucana/baiana já detém 15% do mercado nacional e emprega diretamente 30 mil pessoas na única região do mundo que produz duas safras e meia por ano.

colheita3

Segundo dados do site especializado Academia do Vinho, o Vale do São Francisco abrange 500 hectares de áreas de uvas viníferas, 7 mil hectares de áreas de uvas comuns e 7,5 mil hectares de vinhedos. Entre as variedades tintas, destacam-se Syrah e Cabernet Sauvignon; entre as brancas, Moscatel, Muskadel, Chardonnay, Sauvignon Blanc, Silvaner e Moscato Canelli.

enologaTaniaFazendeiro

A produção atual da região é da ordem de 7 milhões de litros ao ano e aumenta entre 5% e 10% ao ano desde 2001, segundo José Gualberto Almeida, presidente do Instituto do Vinho do Vale do São Francisco.

fazenda3

Em fevereiro de 2006, na Unidade da Embrapa Semiárido em Petrolina (PE) – foto noturna abaixo -, foi inaugurado um Laboratório de Enologia com tecnologia para ser um dos mais modernos do País. O objetivo é empreender análises dos vinhos da região com monitoramento da qualidade e certificação da procedência do que é produzido no Vale do São Francisco. O investimento inicial da Finep e Embrapa foi de R$ 1,4 milhão. No mesmo ano, foi assinado convênio entre as instituições, no valor de R$ 795 mil, para implantação de vinhedos que pudessem servir de base para selecionar e divulgar novos cultivares, permitindo o desenvolvimento da pesquisa de novos vinhos com características peculiares da região.

producao

Entre as variedades já testadas, a uva espanhola Tempranillo foi a que apresentou melhores resultados. Outra aposta é a francesa Petit Verdot, que costuma ser usada numa proporção de no máximo 5% nas combinações com outras uvas, mas foi testada em um vinho varietal – que usa de 70% a 100% de apenas um tipo de uva. A terceira indicação é a italiana Barbera, do Piemonte. Todas estão em testes em vinícolas locais. Até agora, a uva que melhor tinha se adaptado à região era a Syrah.

vivinAs vinícolas do Vale

A Vinícola Vinibrasil, situada em Lagoa Grande, está no polo produtor desde 2002. Possui grande aceitação entre os apreciadores da bebida e as marcas Paralelo 8, top com premiações internacionais, e os espumantes Rio Sol, são carro-chefe entre os rótulos da indústria. A sede da vinícola serviu de cenário para as principais cenas da minissérie Amores Roubados, da Rede Globo, exibida em janeiro, na qual o ator Cauã Raymond viveu um sommelier ousado e conquistador.

vinhos

Dos cerca de 7 milhões de litros produzidos por ano, a Vinibrasil é responsável por aproximadamente 1,5 milhão de litros. Além do Rio Sol e do Paralelo 8, a Vinibrasil disponibiliza para o mercado as marcas Rendeiras, Adega do Vale e Vinhamaria. A indústria gera 110 empregos diretos e 250 indiretos. A vinícola recebe média de 1 mil visitas ao mês, e o pacote completo custa R$ 130.

tanques

Em Casa Nova (foto acima, plantação com igrejinha), no Norte baiano, o polo produtor de vinhos do vale são-franciscano tem na Vinícola Miolo excelência em produzir marcas tradicionais como Terranova e a conceituada entre os amantes do vinho, Testadi tinto. A vinícola produz anualmente 2 milhões de litros entre vinhos e espumantes e gera 150 empregos diretos.

juá

O turismo do vinho tem cada vez mais tomando corpo na Fazenda Ouro Verde, sede da Miolo em Casa Nova. O grupo lançou há cerca de dois anos o ‘Vapor do Vinho’, uma agradável passeio pelo rio São Francisco, passando pela barragem de Sobradinho (BA) até chegar nas terras férteis das vinhas que fazem os vinhos conhecidos internacionalmente. O grupo Miolo trabalha com 11 marcas de vinhos.

vin

Pioneiro em produzir uva e vinho do Sertão pernambucano, o empresário e hoje vice-prefeito de Santa Maria da Boa Vista, José Gualberto Almeida, é um otimista. Ele sabe que muito caminho ainda será percorrido para que a região esteja consolidada no mercado vinícola nacional e mundial e como destino do enoturismo no País.

Petrolina

“Uma região vinícola leva tempo para se firmar. Nos grandes centros produtores, varia de 50 a 100 anos. Nós estamos evoluindo bem. A nossa marca, os vinhos Botticelli, é pioneira. Estamos no mercado há 28 anos e sempre buscando evoluir”, observou Gualberto, que também preside o Vinhovasf (Instituto de Vinhos do Vale do São Francisco). A região ainda tem as vinícolas Biachetti e Garziera. A primeira tem focado em produzir vinho fino orgânico. Já a última é pioneira no receptivo turístico do vinho e na produção de suco natural de uva com a marca Sol do Sertão. O seu fundador, o enólogo Jorge Garziera, foi o primeiro a trazer uva para o vale do São Francisco e foi em sua segunda gestão, em 2001, que o Polo Vitivinicola do Vale do São Francisco, foi criado oficialmente.

Fonte: Portal Brasil; fotos: divulgação/Rio Sol e banco de imagens

 

Um gole!

beautyshot_rosé2002A Dom Pérignon apresenta ao mercado brasileiro a Dom Pérignon Rosé Vintage 2002 edição limitada Jewel.Com apenas 200 garrafas disponíveis, o estojo e a garrafa contém rótulo metalizado na cor rosa, que fazem referência a uma joia. Presentão para o Dia dos Namorados. A bebida recebeu 98 pontos do Robert Parker’s Wine Advocate e o preço sugerido pro mercado nacional é de R$ 1.200.

*

Cervejas BrewDog_Lucas TerribiliO BrewDog Bar, em Pinheiros (SP), inaugura neste fim de semana sua Bottle Shop, espaço dedicado à venda de cervejas artesanais de diversas marcas brasileiras e internacionais. A loja funcionará dentro do container, que faz parte da fachada e terá entrada independente e geladeiras repletas de rótulos prontos para consumir num pequeno balcão ou levar para casa. Para celebrar a abertura, acontece no bar nos dias 7 e 8/6, das 10h às 18h, o Mikkeller Weekend, evento de lançamento de 21 novos rótulos da conceituada cervejaria dinamarquesa com um tap takeover (quando várias das 21 torneiras da casa servirão chopes da marca), além de shows de jazz na varanda e comidas vendidas a preços acessíveis em frente ao bar.  Tel.: (11) 3032-4007

*

imagem_release_219838E para se aquecer neste outono gelado, nada melhor do que um café ou um chocolate quente quentinho. Inaugurada recentemente na Alameda Santos (SP), a primeira cafeteria de Lavazza Espression no Brasil tem opções variadas. Na carta de cafés, há clássicos como o Capuccino (R$ 6,50), Caffè Mocha (R$ 4,20) e o Caffè Latte (R$ 4,00). Há ainda diversas receitas especiais como o Nocciolato (R$ 8,90), que leva café, chatilly, Nutella, farofa de avelã e chocolate em pó (foto) e comidinhas, como bolos e tortas. Tel.: (11) 3266-3976

*

Brazilian_punch_01Tradicional restaurante paulistano, que acaba de completar dez anos, o Alucci Alucci, na rua Vitório Fasano, nos Jardins, lança seu happy hour da Copa, entre 10 de junho e 13 de julho, das 18h30 às 20h30, em seu terraço (quase em frente do Hotel Fasano). A ideia é transformar o lugar numa festa animada ao som de DJs, que se revezam semanalmente. Entre as bebidas feitas à base de cachaça Yaguara e Leblon Signature, destacam-se a Cachaça Cosmopolitan (cachaça, Cointreau, suco de cranberry, suco de limão e um twist de limão) e o quentão (servido quente, como na foto). Cada drink custa R$ 22. Tel.: (11) 3086-1252

Azeitando a vida

24275_I_Aceite cayendo

Vezenquando, Laura Reinas, do Azeite seu dia, ministra cursos sobre o ouro líquido do Mediterrâneo, em que aborda história do azeite de oliva, olivas ao redor do mundo, extração do azeite de oliva, produção, análise de qualidade, categorias de azeite e uso na medicina. Para o Tudo al Dente ela dá dicas para escolher um bom produto, e ainda nos passa uma receita. Não perca!

Como escolher o azeite no supermercado? Poderia dar três dicas? Escolher sempre garrafas de vidro escuras ou lata de aço.Checar se é um azeite novo, azeite quanto mais novo melhor!E, sempre que possível, comprar extra virgem. Eles são melhores para nosso corpo, e embora um pouco mais caros, valem a pena o investimento. É nossa saúde em jogo.

azeite

O que fazer, sabendo-se que muitos dos que se dizem extra virgens não o são? Procure olhar o índice de peróxido, que deve ser Menor ou Igual a 20 mEq/Kg. Esse índice de peroxido ajuda a ver se o azeite está oxidado. Acime de 20 devemos suspeitar! Acidez entre 0,1-0,8%. E delta K Menor ou Igual a 0,01. Essas 3 informações devem estar combinadas, senão ele é um produto adulterado.

Como o consumidor pode se livrar das enganações? Indo atrás de informações nos rótulos, procurando sobre o produto na internet ou com profissionais da área. O ideal é suspeitar de produtos muito baratos. O azeite vem de uma árvore que só produz 1 vez por ano, e uma árvore normalmente produz o suficiente para 750ml de azeite bom por vez, é razoável desconfiar que uma garrafa custe só 8 reais, sendo que tem todo um trabalho de um ano, além de uma árvore que foi bem cuidada, por trás do valor.

foto-generic

Poderia dar uma sugestão de consumo (receita) fácil, rápida e saudável? Gosto muito da receita de Gazpacho: Escolhi a do Checho Gonzales, por ser uma das minhas versões favoritas.

Receita (Tempo de preparo, 12h; Rendimento, 4 porções)

Ingredientes:  10 tomates maduros, 1 pepino, 1 pimentão vermelho pequeno, 1 colher de sopa de vinagre, 1 colher de café de cominho, pimenta do reino em grãos a gosto, 2 dentes de alho, 100ml de azeite de oliva, 1/2 taça de vinho branco, 1 pão francês amanhecido, Água para cobrir, Sal a gosto.

Modo de fazer: Corte o tomate em quatro pedaços e despreze a parte branca central. Descasque o pepino e corte-o em cubos. Pique também o pimentão e descarte as sementes e a parte branca. Junte esses ingredientes em uma vasilha, acrescente o vinagre, o cominho, a pimenta, o alho, o azeite e o vinho. Ajuste o sal e, por último, junte o pão amanhecido fatiado. Despeje a água até cobrir todos os ingredientes. Leve à geladeira para descansar durante uma noite. No dia seguinte, retire da geladeira, escoe o caldo e reserve-o. Bata os ingredientes no liquidificador, acerte os temperos e acrescente aos poucos o caldo. Pode-se passar o caldo na peneira, mas ficará menos encorpado e não tão saboroso.

 Serviço: http://www.azeiteseudia.com.br/

O chef Jean-Georges Vongerichten e a joia do Caribe

w1200xh1200-ER_-_Night_View_2

Outro dia, o pessoal do grupo hoteleiro alemão Oetker – que têm o histórico Le Bistrol, de Paris – veio a São Paulo divulgar o hotel Eden Rock, de Saint Barth. A casa, desde os anos 50, recebe hóspedes ilustres numa das paisagens mais belas do Caribe.

On-The-Rocks-05

O hotel, cosntruído em cima de rochas e envolvido por areia, fica próximo ao agito, das lojas e do porto. A estrutura do hotel foi construída em cima de rochas e envolta por areia, o que faz parecer uma ilhota.

On-The-Rocks-03

Um dos destaques da hospedaria é o chef Jean-Georges Vongerichten, que orquestra menus inesquecíveis, criados para celebrar o que há de melhor no lugar no restaurante On The Rocks. Ainda que os menus do almoço no Eden Rock sejam inspirados na visão de Jean-Georges da sofisticada cozinha nova-iorquina, ele a adaptou ao conceito do The Sand Bar e ao Caribe. Veja fotos de alguns dos seus pratos neste post.

jg-home13

Serviço: www.edenrockhotel.com

 

Vinhos feitos exclusivamente para o mercado brasileiro

Olisur_TerraMater_divulgação-01

Após um ano de atuação no mercado brasileiro, a Olisur do Brasil, em parceria com vinícola chilena Terramater, lança com exclusividade no Brasil, os vinhos AS3, feitos a partir da uva Cabernet Sauvignon. Para Carlos Alexandre Silva, Diretor de Operações da Olisur no Brasil, trata-se de uma bebida que combina harmonia, intensidade e equilíbrio. Com produção única de tintos, as bebidas nascem em função de três elementos: a terra, o clima e o homem. Leia a entrevista que Alexandre concedeu ao Tudo al Dente.

Olisur - AS3 Gran Reserva_crédito Selo Reserva

Poderia falar um pouco do perfil dos seus vinhos? As três variedades apresentadas, Varietal, Reserva e Premium, todas feitas a partir da uva Cabernet Sauvignon, são repletas de detalhes que fazem a fama do vinho chileno no mundo. Entre elas, a coloração vermelho-rubi, às vezes intensa, aroma frutado e expressivo, sabor de frutas vermelhas, encorpado, equilibrado e amadurecido em barricas de carvalho francês, no caso das versões Reserva e Premium.

Olisur_TerraMater_divulgação-02

Porque fazer um vinho especialmente para o Brasil? O que a bebida traz de especial? O mercado de vinhos finos vem crescendo muito nos últimos anos, e ainda assim o Brasil apresenta um consumo per capita muito baixo, de 1,8 litros versus 37,6 na Itália, por exemplo. Por isso, acreditamos no potencial do mercado brasileiro e decidimos trazer três opções de vinhos tintos de alta qualidade com uma estratégia comercial de oferecer preços acessíveis e muito atrativos. Nossos vinhos foram produzidos pela renomada vinícola Chilena Terramater, exclusivamente para a Olisur Brasil, e os vinhos AS3 foram criados sob a consultoria do premiado enólogo Stefano Gandolini. O resultado foi um produto único, elegante e de alta qualidade, que tem recebido somente elogios de grandes críticos e especialistas como Célio Alzer, Sergio Galhardo e Paulo Nicolay.

Olisur - AS3 Reserva - Foto divulgação

O que o senhor acha dos vinhos produzidos hoje no Brasil? Não sou a pessoa mais indicada para falar sobre os vinhos brasileiros, uma vez que não domino o assunto. Mas sabemos e temos sempre ouvido que o Brasil tem produzido vinhos de excelente qualidade e não temos dúvidas que nossos vinhos AS3 estarão competindo não só com vinhos importados, mas também com os produtos nacionais. Um brinde à competição saudável.

Espanhol estrelado no Michelin retorna ao Brasil

Por Aline Staut

De Madri

del_cerro

Um dos momentos mais bacanas da press trip criada pela Interporc, nesta semana, na Espanha, foi visitar o restaurante Casa José, do estrelado Fernando Del Cerro (acima), na pequena cidade histórica Aranjuez (veja fotos mais abaixo). O chef já esteve por aqui, para participar do Ao Vivo, da revista Prazeres da Mesa, há uns anos.

espanha1

Seu restaurante tem duas estrelas no Guia Michelin e nós fomos convidados a provar sete pratos do seu menu degustação, que começou com carpaccio de porco, curiosidade que nunca tinha pensado em comer; espinafre salteado com timo e lagosta; porco assado que derretia ao toque; entre outros.

inter1

José Ramón Godoy, gerente da Interporc para assuntos internacionais, disse que a parceria com o chef estrelado se estende ao Brasil, onde a instituição participa de eventos no Instituto Cervantes, em São Paulo (20 de junho, às 19h) e em Brasília (24 de junho, às 19h), no Senac SP (30 de junho, às 11h) e no Graciosa Clube de Golf de Curitiba (3 de Julho, às 19h).

inter2

Serão grandes eventos com chefs renomados, que vêm ao Brasil mostrar a cultura em torno do porco de capa branca, o tema desta viagem ao continente europeu. (nas fotos desde post, alguns momentos da press trip, além de retrato do chef estrelado).

aranjuez

Serviço: Mais informações sobre o evento da Interporc no Brasil: info@interporc.com