Casa Verrone e a nova era dos vinhos nacionais

___casaverrone1.jpg

Como disse no post anterior, a Casa Verrone, de Divinolândia, é um dos destaques na nova onda dos vinhos finos no estado de São Paulo. Conheci uma de suas bebidas na Opção Trattoria, num jantar pra lá de agradável, harmonizado com vinhos dos estados de SP e Minas. O restaurateur João Staut é entusiasta da produção agrícola da Serra da Mantiqueira e faz questão de apresentar uma gama interessante de ingredientes locais, entre bebidas, farinhas, queijos, doces e cafés.

A Casa Verrone começou sua produção com três hectares, em 2009, e hoje administra 20, com cepas como Syrah, Chardonnay, Pinot Noir, Viognier, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Sauvignon Blanc. Márcio Vedovato Verrone é o proprietário do local.

___casaverrone3.jpg

A produção é feita na Serra da Mantiqueira, no extremo do estado, entre Divinolândia e Itubi. Márcio é engenheiro agrônomo e seu principal negócio era a venda de defensivos agrícolas, quando teve o insght de produzir bebidas finas. Ele conta que nos primeiros tempos, a grande quantidade de chuva quase acabou com o seu sonho. Superado o trauma, conseguiu fazer o negócio deslanchar. A vinificação é feita na Epamig e a casa já ganhou o prêmio de melhor Chardonnay da Grande Prova Vinhos do Brasil.

Quer uma dica? Corra e prove os vinhos da casa!

___casaverrone2.jpg

Anúncios

Lançamento de ‘Paris-Brest’ em Pinhal, festa boa!

_villlapoeta.jpg

Dias atrás, levei meu ‘Paris-Brest’ a Pinhal. A festa de lançamento aconteceu na linda Pousada Villa do Poeta, uma noite linda, serena, que se estendeu dos cômodos do casarão, à galeria de arte, no espaço anexo, e ao jardim dos fundos da hospedaria.

Revi amigos queridos, que não via há muito, muito tempo. Mari Giardini e Zé Roberto Martinelli, por exemplo. Conheci uma parente, Elena Brando, cujo pai era primo da minha avó Ondina.

Para receber os amigos, minha irmã, Aline, fez espetinhos de queijo da Serra da Canastra com manjericão e tomate cereja, temperados com azeite e flor de sal. Não podia deixar esta iguaria de fora. Um capítulo inteiro de ‘Paris-Brest’ é sobre esta joia da gastronomia, o sal quero dizer.

Villa_poeta.jpg

Servi também cuscuz marroquino com ratatouille tradicional, receitas que aparecem no livro. O cuscuz é marroquino, mas todo mundo que já visitou a França sabe que por lá o prato é mania nacional. A receita de ratatouille é do amigo Maxime Crahe, que usa uma pitada de açúcar e outra de canela em pó. Incrível como a canela dá um sabor adocicado, um tanto exótico.

Falando em adocicado, ouvi do amigo Kiko Sucupira – também presente no evento – que meu livro é agridoce, e gostei! É isso mesmo. É uma obra completamente solar, apesar de trazer críticas aqui e ali sobre o modo de vida francês, sobre tudo o que vivi e provei no país.

Para completar a festa, João Staut, da Opção Trattoria, conseguiu com a vinícola Casa Verrone, de Divinolândia, garrafas de vinho rosé (que os franceses tanto gostam) e de espumantes geladíssimos, que fizeram da festa uma festa ainda melhor.

A produção dessas bebidas faz parte da ‘nova era’ do vinho nacional produzido em São Paulo  e Minas Gerais. Todo mundo elogiou tanto, que vou fazer um post sobre a produção da Casa Verrone.

casaverrone.jpg

Deixo aqui meu agradecimento às pessoas que fizeram a festa acontecer: Tina Salles – a anfitriã, proprietária da Villa do Poeta – João Staut, Aline Staut. Quero ainda agradecer a todos os amigos que estiveram presentes. Exultei! Agradeço também ao jornalista Luiz Fernando e ao Claudiney, que fizeram matéria para a APTV. E aproveito para avisar que o livro está sendo vendido em Pinhal, na recepção da Villa do Poeta.

Uma grande semana a todos!