Aprenda a fazer pizza de brigadeiro

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É segunda. Regime? Que nada. Aprenda a fazer a deliciosa pizza de brigadeiro da Charles Pizzaria.

Massa básica (8 pizzas) 

Um quilo de farinha

1 colher de sobremesa de sal

1 colher de sobremesa de açúcar

120 ml de azeite

10 gramas de fermento biológico fresco

500 ml de água

 Modo de preparo: Em um recipiente esfarele o fermento com as pontas dos dedos, acrescente a água, o açucar, o sal e o azeite. Junte o liquido com a farinha em um recipiente e   misture bem até a massa ficar homogênea em ponto de véu. Dividir em oito bolinhas. Deixar a massa descansar por duas horas. Após esse período, abra as massa com um rolo na espessura de uma massa de pizza de sua preferência (pode ser mais grossa ou mais fina).

Cobertura de brigadeiro:

1 lata de leite condensado

1 colher rasa de sopa de manteiga

100 gramas de chocolate ao leite (uma barra)

 Modo de preparo: Leve o chocolate e a manteiga ao fogo baixo. Quando os dois estiverem derretidos, acrescente o leite condensado. Mexa bem até o ponto de colher, isto é, quando o brigadeiro começar a desgrudar da lateral da panela. Logo em seguida, cobrir a pizza com o brigadeiro e polvilhar granulado. colocar na pizza logo na sequência.

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Uma semana em Teresina, terra da Maria Isabel e da cajuína

 

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Tinha vindo uma vez ao Piauí em 2010, com o chef Carlos Ribeiro para a cobertura do festival de cultura de Campo Maior, cidade a 80 km de Teresina, para uma reportagem para a revista Prazeres da Mesa.

Um convite da Reila, e novamente estou no Estado, desta vez para acompanhar o Festival Maria Isabel, que tem como curadora a chef Mônica Rangel. Está quente, gente! No sábado, o motorista da van que leva os jornalistas pra lá e pra cá disse que fazia 44 graus celsius. Acreditei nele!

Enfim, aqui a gente tem que desencanar do calor. Mas essa solaridade toda não deixa de ser uma coisa boa! Como disse Mônica, na sua aula, hoje, na sede do Sebrae local, deixa as frutas deliciosas, madurinhas, dulcíssimas.

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Em todo caso, todooos os ambientes tem ar condicionado a mil. Mas deixa eu contaros primeiros dias da viagem em seus detalhes…

Para abrir a programação com chave de ouro, nossa guia local, Francisca, nos levou para conhecer uma fábrica de tear artesanal, ao centro de artesanato (onde se pode comprar cerâmicas bonitas da Serra da Capivara, além de tolhas de mesa alvíssimas, bordadas) e à Cajuespi, associação de produtores de cajuína (para quem não sabe, a bebida típica local, cristalina e deliciosa, feita do caju maduro). Lá vi que com o caju é possível fazer doces variados, cachaça, licor, e até um espumante que ainda não está no mercado.

O almoço do primeiro dia foi no Favorito Comidas Típicas, um dos restaurantes mais famosos daqui. O destaque é a paçoca de carne de sol servida com banana madura e um vinagrete de cebola dos deuses. O jantar foi no Dona Gett, onde se come a melhor carne de sol da cidade, conforme me disseram aqui. Ela estava derretendo na boca. Foi servida com macaxeira cozidíssima e passada na manteiga de garrafa. Coisa de louco.

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E fomos a outros restaurantes, em que comemos, como não poderia deixar de ser, capote (galinha d’angola), que veio misturada a arroz, em ensopado ao molho pardo etc.  E rabada, e buchada, e doces de caju…

Ontem, mais programas ao ar livre. Antes da abertura oficial do Festival, que acontece no shopping Rio Poty (e que estava lotada, uma beleza!), conhecemos o Parque Ambiental Encontro dos Rios, e aproveitamos para comer manjubinha frita no restaurante flutuante que fica na altura do encontro dos Rios Poti e Parnaíba.

No mesmo dia, visitamos o Polo Cerâmico, onde comprei uma panela de barro linda por R$ 20. O local é conhecido por bairro Poti Velho. Bem pertinho está a primeira Igreja de Teresina, Nossa Senhora do Amparo.

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Hoje no Sebrae, teve aula do chef Dalton Rangel, que fez uma espécie de ceviche com molho de tamarindo. Mônica subiu ao palco em seguida e fez duas sobremesas, em que usou redução de cajuína. Uma espécie de petit gateau pra lá de criativo (e bom), servido com sorvete.

O festival continua. Fico aqui até a noite de quarta-feira. A programação inclui visita ao mercado Mafuá, um dos mais famosos da cidade, ao Centro Histórico de Teresina e seus atrativos… o Complexo Praça Pedro II, que compreende o Teatro 4 de Setembro, Central de Artesanato Mestre Dezinho, Cine Rex, Clube dos Diários, Palácio de Karnak (visita interna), Igreja de São Benedito, etc.

Há ainda aulas de chefs brilhantes e queridas, que estão aqui também… A da baiana Tereza Paim (do restaurante casa de Tereza) acontece amanhã cedo no Sebrae. Às 15h, é a vez da chef Ana Bueno, do Banana da Terra, de Paraty, fazer a suas receita. E ainda há a aula da chef mineira Elzinha Nunes. Essa turma toda veio ao local na semana passada para pesquisas de ingredientes típicos!

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E os passeios dos próximos dias incluem o Mercado de Piçarra, caminhada no Parque Potycabana, o Museu de Arte Santeira, entre outros eventos e mais jantares típicos. Depois conto tudo! Agora vocês me dão licença que vou abrir minha cajuína da noite. Está geladinha, no frigobar, esperando por mim.

Ah, para esclarecer, Maria Isabel, que dá nome ao festival, é um prato típico. Leva arroz e pedaços de carne de sol grelhada, com temperos deliciosos, como a pimenta de cheiro (estou apaixonado por pratos com o ingrediente) e coentro, claro. Como Carlos Ribeiro disse na minha primeira viagem ao Piauí, o coentro é a lavanda do Nordeste. Bonito, né?

Faculdade de gastronomia na Ilhabela e mais…

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Esta manhã, estou indo à Ilhabela, conhecer a nova Faculdade de Gastronomia, Hotelaria e Turismo local, que vem atender à demanda do município que tem no turismo sua principal atividade econômica.

A exuberância paisagística da cidade, nascida da mescla entre o maior remanescente de mata atlântica intocada do Brasil e o Oceano Atlântico, garantem uma ambiência urbana especial, que favorece a atividade turística. Todo mundo sabe disso, não é?

Pois a nova faculdade funcionará no Parque da Fazenda do Engenho d’Água, área com 43. 506 m2. A casa sede da fazenda segue a tradição das Ilhas Atlânticas, um sobrado avarandado feito de alvenaria de pedra e cal e de pau-a-pique.

Os porões que serviam de alojamento para os escravos contam com seteiras, abertura na muralha, que permitia aos defensores lançarem flechas contra invasores e saqueadores da época. São ao todo cinco construções e objetos do século XVIII, todos totalmente preservados e em ótimo estado de conservação, que totalizam 2.589,81m² de área construída.

O conjunto é tombado pelo Patrimônio Histórico, Iphan – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e pelo Condedephaat – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo. Com a construção da Faculdade e do Hotel Escola, a casa sede da Fazenda abrigará o Museu da Cachaça.

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Na semana passada, conheci a simpática Regina, que tem um negócio prá lá de curioso na área da alimentação, o Clube dos Pães, que funciona em São Paulo, e que vende ótimos pães congelados para hotéis e restaurantes.

A história da marca começou em 2009, com  o chef francês Michel Darqué, ex Unique Garden e Remy Belin, ex Chef da Deli Paris, que fundaram em São Paulo o Clube, produzindo pães diversos com delicadas técnicas e tradições francesas, envolvendo inclusive o levain, que é a fermentação natural.

Rapidamente, o Clube dos Pães conquistou a preferência do exigente mercado de hotéis e restaurantes da capital. Para reforçar a sua equipe, Michel Darqué contratou o jovem Alexandre Fenyvesi, gastrônomo formado pelo Senac, que já havia pilotado fogão no Blú Bistrô e no Le Atelier Michel Darqué.

O universo de pães gourmet conquistou o chef Alexandre Fenyvesi que, em dezembro do mesmo ano, assumiu o comando do negócio.

Atualmente, os produtos do clube estão no Blú Bistrô, no Cesar Park, no Così, Gardenia Pinheiros, Ici Bistrô, Le French Bazar, Le Repas, Marcel, Piazza 36, Chef Rouge, entre outros. Vale a pena conhecer! vendas@clubedospaes.com.br

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Esta semana ainda conheci um achado em Santo André, a pizzaria Grazie Napoli, que além de ter ambiente lindo, faz pizzas deliciosas com a típica receita napolitana, possuindo o selo da Pizza Original Napolitana, algo concedido a apenas quatro pizarias nacionais.

A massa é elástica, como eu gosto! Os preços são convidativos e os sabores incríveis. Eu, Lu Mastrorosa, e Horst Kissmann provamos a pizza caccio e pepe (branca, com molho de tomate, com queijo e pimenta); a rosa (sem molho de tomate, com cebola roxa e alecrim); a de pesto com queijo; uma de queijo, trufas e ovo frito; e a estrela, que tem formato de estrela e que vem recheada nas bordas com ricota fresca. Só falo uma coisa: coloca esta pizzaria na sua rota!  Rua das Aroeiras, 317 – Jardim, Santo André – SP, Tel.:(11) 4509-3219

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Amanhã (24), a  Ct. Boucherie, do Rio Design Barra, organiza jantar harmonizado com cervejas. Os chefs Didier Labbe e Jessica Trindade oferecem menu que privilegiam carnes escoltadas por cervejas americanas e espanholas. No comando das garrafas, o sommelier de cerveja Pedro Barcellos aposta em rótulos que mesclam sabor mais caramelizado, proveniente do malte,com o amargor, de médio a intenso, que remete ao terroso e floral. Um dos destaques é a cerveja criada por Ferran Adrià, do El Buli, que encerrou atividades em  2011.
Entrada: Brochette de polvo com pesto e tapenade. Cerveja: Estrella Damm Inedit, criada por Adrià e Juli Soler, elaborada para acompanhar os pratos da alta gastronomia. Estrella Damm Inedit é uma mescla de maltes de cevada e trigo, aromatizada com lúpulos e especiarias como coentro, casca de laranja e alcaçuz. Frutada e floral, nos proporciona notas doces no paladar. 
Segundo prato: Costeletas de porco Barbecue e alho poró confitado. Cerveja:  Brooklyn Lager. Uma das cervejas mais consumida de Nova York, a Brooklyn Lager não deixa a desejar. Com forte presença de malte, a Brooklyn Lager é equilibrada pelo amargor dos lúpulos Vanguard, Cascade, e Hallertauer Mittelfrueh, que lhe proporcionam aromas florais.
Terceiro prato: Picanha grelhada ao molho bearnaise, aspargos e jamon de parma.
Cerveja:  Brooklyn India Pale Ale. A Brooklyn East India Pale Ale é uma cerveja profundamente dourada produzida com maltes e lúpulos ingleses. Passa, como manda a tradição, por um processo de dry-hopping que traz a tona aromas frescos de capim limão e frutas cítricas. Tem amargor bastante robusto, sabor de malte e um fim lupulado.
Sobremesa: Petit Gateau de milho verde com sorvete de canela. Cerveja:  Brooklyn Pumpink Ale. Os primeiros colonos americanos, na procura por ingredientes locais para inserir em suas cervejas, se voltaram para as abóboras, que eram numerosas, saborosas e nutritivas. Misturadas com cevada, elas se tornaram um ingrediente comum nas cervejas. Post Road Pumpkin Ale traz de volta essa deliciosa tradição. Centenas de quilos de abóboras trituradas são adicionadas em cada brassagem criando um líquido de coloração âmbar alaranjado, com um aroma de abóbora e especiarias, centro malteado e um final cheio de frescor. Serviço: CT Boucherie Rio Design Barra; dia 24 de Maio; 20h; valor: R$: 180,00. Reservas: (21) 3328-2187

 

 

Ensaio fotográfico: Espanha Gourmet

Nas fotos deste ensaio, um pouquinho da press trip da Interporc, em que conhecemos um pouco da indústria de embutidos que engloba o setor suíno da Espanha, passando pelas cidades de Madri, Toledo, Burgos, Zaragoza, Corral de Almaguer, Zuera, Aranjuez,Puebla de Montalbán, La Muela, Guadalajara. Veja aqui.

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Murakami no Guarujá

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Semana passada, tive o prazer de passar um fim de semana no Sofitel Guarujá Jequitimar, a convite da assessoria Index, para a cobertura do festival gastronômico Harmonia dos Sabores. O evento faz parte do calendário anual do hotel e acontece duas vezes no ano, com nomes de destaque da culinária internacional.

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Entre janeiro e fevereiro, a hospedaria homenageou a diversidade gastronômica paulistana, com workshops de chefs e jantares harmonizados exclusivos, oferecidos no restaurante Les Épices.

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Salvatore Loi apresentou as influências da Itália na gastronomia paulistana; Emmanuel Bassoleil, a França nos pratos paulistanos; Rodrigo Oliveira abordou as influências nordestinas e, para finalizar,Tsuyoshi Murakami, do Kinoshita, apresentou as influências do Japão na culinária feita em São Paulo.

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Em seu workshop, Murakami ensinou os alunos a fazerem um prato de vegetais super harmônico, que depois foi servido em seu jantar (palmito pupunha em conserva caseira Kinoshita com tomate Momotaro, alga wakame e quiabo com Molho Ponzu). “Sempre que vou fazer um prato, penso na cavidade bucal, no desenho interno da boca. O comensal deve comer de forma elegante, experimentando sensações as mais diversas”, disse o chef.

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Pensando nessa máxima, ele ainda criou (para o jantar) um trio de frutos do mar polvo camarão e vieira com molho de misso (pasta de soja fermentada) berinjelas Nassubi e aspargos; sashimi de salmão com perfumes de trufas brancas, shoyu vintage Kinoshita e Tangerina Japonesa Yuzu; filé mignon Swiffiti empanado com farinha Panko, molho tonkatsu caseiro fios de repolho crocsntes e mostarda japonesa Karashi e mix de Frutas da estação com kanten (gelatina de alga) Anko (Doce de feijão) e sorvete de creme, como sobremesa.

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No mais, foi uma delícia me hospedar no hotel, que além de boa gastronomia, oferece qualidade de sobra em áreas comuns e nos quartos.  

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Serviço: http://www.sofitel.com